segunda-feira, 27 de junho de 2011

O AMOR POR EXCELÊNCIA

Por: Valdemir Pires Moreira


INTRODUÇÃO

O texto de João 3.16, é uma das passagens mais conhecida da Bíblia, é o Evangelho resumido, o Evangelho em miniatura, aqui, nestas poucas palavras, vê-se o plano de Deus, que é seu propósito de salvar a humanidade. O texto também nos mostra o seu autêntico amor de Deus pelo seu povo que foi lavado e remido pelo seu sangue.

1. Porque Deus, O Maior Ser.

Aquele que é:

a) Onipotente (Sl 91.1)

“Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do onipotente descansará”.

b) Onipresente (Pv 15.3)

“Os olhos do Senhor estão em todo o lugar, contemplando maus e os bons”.

c) Onisciente (Sl 44.21)

“Porventura, não conhecerá Deus isso? Pois ele sabe os segredos do coração”.

É esse Deus a quem você serve?

2. Amou, O Maior Sentimento.

Encontramos na língua grega varias significados para a palavra amor, são eles:

Eros, que significa paixão, sendo o amor no sentido da atração de um jovem por uma jovem. Storgos, que significa carinho, usado entre pais e filhos. Filia, que significa o amor fraternal, usado para o relacionamento entre amigos e irmãos e a palavra Ágape, que significa Amor de Deus, isso é, o amor sem limites. Amor que excede todo entendimento. Foi com esse amor que o Senhor Deus enviou o seu único Filho para morrer na cruz por nossos pecados.

3. O Mundo, O Maior Grupo.

O mundo aqui não é o planeta terra; o mundo aqui não é o sistema “organizacional” que rege a terra. O mundo aqui é a humanidade em geral. Deus nos ama com um amor tão profundo, que esse amor nos alcançou quando estávamos nas profundezas do pecado. Deus lhe ama, não importa o tipo de pecado que você tenha cometido, hoje Ele quer lhe perdoar. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).

4. De Tal Maneira, O Maior Grau.

Não foi de qualquer maneira que Deus amou o mundo, foi de uma maneira tão sublime, que até hoje muitos não compreendem tal ação. Temos nós compreendido o grau do amor de Deus para conosco?

5. Que Deu, O Maior Ato.

A Bíblia fala ato de dar, cerca de 1.520 vezes, é uma atitude que poucos praticam, a Bíblia diz que Deus “Ama ao que dar com alegria” (2 Co 9.7). Você tem dado algo a Deus.

6. O Seu Filho Unigênito, A Maior Dádiva.

Deus não nos deu qualquer coisa, Ele não nos deu o principal anjo dos exércitos celestial (O Arcanjo Miguel), não! Ele nos deu o seu Filho. Em Mateus 12.35b está escrito: “O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas”. Deus nos deu o melhor do seu tesouro, nos deu o seu único Filho.

7. Para Que Todo Aquele, A Maior Oportunidade.

Se você já o aceitou como seu único e suficiente Salvador de sua vida, continue firme. Mais se você não o aceitou ainda, o momento é agora, a grande oportunidade é essa, enquanto a vida a esperança. Entregue a sua vida a Jesus Cristo não desperdice essa sublime oportunidade.

8. Que nEle, A Maior Atração.

No volume 2 do livro a espada cortante do saudoso Orlando Boyer há um relato de D.L. Moddy que contou o seguinte acerca de Harry Moorehouse, da Irlandia, quando pregou na sua igreja, noite após noite, sobre o grande versículo do amor, de João 3.16.

“O homem que não tem alguém que o ame, nem mãe, nem esposa, nem filhos, nem irmãos, pertence à classe dos que se suicidam. Há uma coisa que atrai mais que tudo, e isto é o amor”.

O amor do Senhor Jesus Cristo é a maior atração que há existiu na face da terra, pois esse amor já atraiu a si, ladrões, prostitutas, drogados, feiticeiros, homossexuais, e estar a atrair vários tipos de pessoas, pois só nEle, a atração maior é que encontramos alivio e conforto espiritual para nossas vidas.

9. Crer, A Maior Simplicidade.

A palavra grega em grego é pisteuo e inclui três elementos principais:

Plena convicção de que Cristo é o Filho de Deus e o único Salvador do perdido pecador; Comunhão com Cristo pela nossa auto-submissão, dedicação e obediência a Ele e Plena confiança em Cristo de que Ele é capaz de conduzir o crente a salvação final e a comunhão com Deus no Céu.

10. Não pereça, a maior promessa.

A maior promessa de Deus para o ser humano é a promessa do livramento da morte (morte eterna). Perecer é partir dessa vida para a outra, afastado de Deus. Jesus Cristo veio para salvar os pecadores (1 Tm 1.15).

11. Mas tenha, A vida Eterna.

A morte entrou no mundo pelo pecado (Rm 5.12), que é rebelião contra Deus. Assim, o pecado envolve a perda da “vida”. A vida eterna é a restituição da vida, perdida pelo homem no jardim do éden. Como será a vida Eterna?

Disse o apóstolo Paulo em 1 Co 2.9, “Mas, como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para ao que o amam”.

Conclusão

Por mais que o homem possa querer imaginar, qual o grau e a profundidade do amor de Deus, creio que isso será impossível, tendo em vista a nossas limitações humanas. No entanto, ao passo em que eu me aproximo mais de Deus, e si entrego por completo a Ele. Isso me proporciona conhecer um pouco mais deste Deus tremendo e Todo-Poderoso.

Que Deus em Cristo continue abençoando toda a sua igreja. Amém.


Em 25 de Julho de 2010 – Caucaia-Ce

quarta-feira, 22 de junho de 2011

SE RELACIONANDO COM DEUS


Autor: Dc. Valdemir Pires Moreira


Leitura bíblica: Lc 11.1-4; 22.39-46.


INTRODUÇÃO

A oração é o meio que Deus proveu ao ser humano, a fim de que cheguemos por meio dela a constituirmos um relacionamento de comunhão contínua com Ele. É a oração à expressão mais íntima da vida cristã, pela qual criamos uma aliança de amizade com o nosso Criador. Quanto mais oramos mais íntimos ficamos de Deus. Quando oramos falamos diretamente ao Criador de todas as coisas.

I. A QUEM DEVEMOS ORAR

1. Devemos orar a Deus

A Bíblia ensina que devemos orar unicamente e exclusivamente a Deus e a ninguém mais, pois não há nenhum outro Deus além daquele que Criou os céus e a terra, somente a Deus deve ser dirigida as nossas orações (Êx 20.3; Dt 4.29,30).

2. Quando devemos orar

Devemos orar na alegria ou na dor, nos momentos alegres e nos momentos tristes (1 Tm 2.1-3; Sl 118.5). Independente das circunstâncias Daniel orava três vezes ao dia (Dn 6.10). Nem decreto do rei Dario não impediu os momentos de orações de Daniel (Dn 6. 5-9). Jesus no Getsêmani demostrou uma total dependência de Deus, mostrando isso através da oração (Mt 26. 36-44).

a) O que a comunhão através da oração produz na vida do cristão

A comunhão com o Senhor através da oração muda no crente sua visão acerca das coisas que o cercam. Os problemas e as circunstâncias contrárias não abatem a sua fé em Deus e a sua confiança firme de que Ele é poderoso para que, caso não livre, o fará, da situação problemática, vencedor ou tornará o mal em bem (Rm 8.28; Gn 50.20).

II. COMO ORAR

Devemos orar como o Senhor Jesus nos ensinou (Mt 6.9-13). As nossas orações devem ser dirigidas ao Pai em nome de Jesus. Como devemos orar? Vejamos algumas atitudes que devem ser tomadas ao orarmos:

1. Devemos orar com reverência

O que é reverência? Reverência é prestar uma profunda admiração e atenção a um ser reconhecidamente sobrenatural. Todo crente deve saber que não se pode chegar à presença de Deus sem reverência. A reverência para com Deus é um princípio bíblico. Todo o relacionamento do homem com o Senhor deve levar em consideração a reverência que lhe é devida. Considerando que o Senhor é Deus, Ele próprio espera esse tipo de atitude de seus filhos (Ec 3.8).

2. Devemos orar com fé

É uma contradição um crente entra na presença de Deus em oração, duvidando do seu poder, da sua graça e das promessas. Por mais que as dificuldades sejam impossíveis de serem resolvidos às olhos humanos, devemos ter a plena confiança de que estamos na presença daquele que tem Todo o Poder nos céus e na terra. Aquele que entra na presença de Deus sem fé si é semelhante as ondas do mar que são levadas de uma parte para outra (Tg 1.6).

3. Devemos orar com humildade

O que é humildade? Humildade é um senso profundo de insignificância. Deve o crente reconhecer a sua insignificância em si mesmo, suas atitudes, suas fragilidades, necessidades e estar disposto a confessar os seus pecados e deixá-los, e buscar fazer a boa, perfeita e agradável vontade do Senhor para sua vida (Lc 18.13,14).

4. Devemos orar priorizando o Reino de Deus e seus valores eternos

Espera-se de todo cristão, que esse procure em primeiro lugar, buscar as coisas do alto. Primeiro, porque isso faz parte do caráter cristão; em segundo lugar, porque com esta atitude Deus acrescentará as coisas essenciais a sua vida (Mt 6.33). Você pela sua igreja? Você ora pelos obreiros da casa do Senhor? Você ora pelos enfermos que estão hospitalizados? Você pelos seus inimigos para que esses reconheçam o Senhorio do Senhor Jesus Cristo?

Conclusão

Não há limite para o crente viver uma vida de constante e crescente oração. Grandes homens mulheres de Deus foram vitoriosos mediante uma vida de oração e dedicação na presença de Deus. Concluiremos com um alerta final da Bíblia para todos que se encontra em 1 Pedro 7.4.

Que Deus em Cristo continue abençoando toda a sua igreja. Amém.

Em 21 de Junho de 2011 – Caucaia-Ce

segunda-feira, 13 de junho de 2011

HISTÓRIAS QUE MARCAM O CENTENÁRIO DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO MUNICÍPIO DE CAUCAIA





Por: Valdemir Pires Moreira

Na antiga Soure, hoje Município de Caucaia, área metropolitana de Fortaleza, o cearense Joaquim Pereira Filho sofreu muito pelo amor de Jesus. Encarregado do trabalho em uma salina, Joaquim era conhecido desordeiro e beberrão. Mas, ouvindo o testemunho de um colega, aceitou a Cristo e foi batizado com o Espírito Santo. Ele e toda a família.

Como retaliação, Joaquim foi expulso da fazenda junto com o irmão que o evangelizou. Depois, Jesus abençoou tanto o irmão Joaquim que ele doou um lote de terra para edificação de um templo da Assembleia de Deus.

Desde então o Senhor Jesus vem abençoando o Município de Caucaia grandemente. A Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Caucaia estar comemorando o Centenário, e agradecendo a Deus por tudo o que Ele fez e estar fazendo neste Município, as Lutas são grandes, mais o Senhor Jesus estar no nosso barco cessando as tempestades que si levantam contra o povo de Deus.

Agradeço ao meu Deus, por ter conduzido a minha família a esta cidade, aqui encontrei Jesus, que me resgatou das trevas para sua maravilhosa presença. Louvado seja o nome do nosso Deus para todo sempre. Amém.



sexta-feira, 10 de junho de 2011

MISSIONÁRIO FOI PROIBIDO DE SEPULTAR O FILHO



Otto Nelson foi informado que o padre local não permitiria, alegando que o cemitério era da igreja católica

1936: os primeiros missionários americanos chegaram para atuar junto às Assembleias de Deus brasileiras. Segundo a cronologia dos primórdios protestantes no Brasil elaborada em 2003 pelo Prolades, as Assembleias de Deus norte-americanas teriam começado a atuar em terras brasileiras a partir de 1925. Mas, não há documentos que comprovam essa informação. Oficialmente, as Assembléias de Deus norte-americanas enviaram missionários para o Brasil a partir de 1936.

Neste ano, o Departamento de Missões do Concílio Geral da Assembly of God (Assembleia de Deus) decidiu fazer do Brasil mais um dos seus campos missionários em volta do mundo. O comunicado impresso na revista Pentecostal Evangel de janeiro de 1936 dizia que, por muitos anos tinha sido política de trabalho do Concílio Geral, encaminhar todos os candidatos à obra missionária no Brasil para a Missão Livre Sueca que, segundo entendiam, estavam fazendo um trabalho eficiente em terras brasileiras. Mas, como continuavam a chegar pedidos de candidatos e alguns desses informarem a impossibilidade dos missionários suecos evangelizarem todo o grande país com uma população na época de 40 milhões de habitantes, o Departamento de Missões da AG resolveu atender aos apelos dos candidatos e aos convites para entrar no campo brasileiro.
Então, foram aprovados e enviados seis missionários: Orland Spencer Boyer e sua esposa, Ethel Boyer, que haviam estado no Brasil anteriormente por outra denominação; Vernon Fullerton e sua esposa, Ruth, filha do casal Boyer; e Frank John Stalter e sua esposa, Louise.

Foi estabelecido no Brasil o Fellowship Field da Assembly of God, que atualmente se chama Conselho Geral das Assembleias de Deus no Brasil e somam no seu total mundial de membros a membresia das Assembleias de Deus brasileiras.
Missionário foi proibido sepultar o filho no cemitério por ordem de um padre
Pelos idos de 1916-17, o missionário sueco Otto Nelson morava no bairro de Bebedouro, na Rua Dr. Passos de Miranda, em Maceió, Alagoas. Ao tentar sepultar seu terceiro filho, Davi, que morrera aos dez meses de idade, foi informado que o padre local não permitia, alegando que o cemitério era da igreja católica, e que “hereges” não podiam ser enterrados lá. Por causa desta ordem, os coveiros cavaram a sepultura do garoto no lado de fora do cemitério. Além desta ação, o tal sacerdote instigou os católicos romanos dessa comunidade a se levantarem furiosamente contra os crentes. Sem ter como enterrar o seu filhinho, Otto Nelson orou a Deus, suplicando-lhe uma solução urgente, a qual chegou imediatamente, pois o delegado, ao tomar conhecimento da proibição imposta pelo sacerdote, mandou que uma escolta de soldados acompanhasse o enterro até o cemitério, e ali guarnecesse os crentes, enquanto era realizada a cerimônia de sepultamento, que aconteceu à noite, à luz de candeeiros.

Pastor Isael de Araujo é responsável pelo Centro de Documentação, Informação e Pesquisa (Cdip) da CPAD e pelo Centro de Estudos do Movimento Pentecostal (CemP). É autor do Dicionário do Movimento Pentecostal (CPAD).

Blog http://dicionariomovimentopentecostal.blogspot.com

terça-feira, 7 de junho de 2011

Bênçãos do Temor de Deus




Por Greg Barkman

O que tornava a igreja primitiva diferente da igreja contemporânea? Certamente, eu não preciso convencer você de que essa diferença existe. Ao examinarmos o livro de Atos dos Apóstolos, essa diferença se torna nítida, mas não ao nosso favor.
Talvez o episódio de Ananias e Safira, relatado em Atos 5, possa esclarecer-nos esse fato. Deus parece ter feito do engano desse casal um exemplo singular, tornando-se a única ocasião no Novo Testamento em que Ele puniu alguém com a morte por causa de hipocrisia. Admiro-me quantos funerais nós teríamos, se Deus agisse de maneira semelhante em nossos dias. No entanto, não estamos empobrecidos pela falta daquele santo temor que acompanhou aquela disciplina e trouxe as diversas bênçãos que o acompanharam? Quando Deus tirou publicamente a vida daquele casal mentiroso, somos informados: “E sobreveio grande temor a to- da a igreja e a todos quantos ouviram a notícia destes acontecimentos”. Um forte temor piedoso permeou a igreja e a comunidade, assegurando o favor divino. Qual era a diferença? Eles aprenderam a temer a Deus, e nós temos esquecido como temê-Lo.
Resultados significativos surgiram desse acontecimento, começando com o aumento do poder de cura dos apóstolos. Curar era um dos “sinais do apostolado” outorgado por Cristo para autenticar seus representantes autorizados. Todavia, os homens escolhidos para essa honra não podiam exercer seu poder com a mesma eficácia em todas as ocasiões. Não devemos nos admirar disso, pois mesmo o poder de Cristo foi restringido diante da incredulidade (Mc 6.5). Isto não quer dizer que a falta de fé pode reduzir a onipotência. Entretanto, onde os homens deixam de crer, eles falham em apropriar-se humildemente; assim, poucos milagres acontecem. De maneira semelhante, o renovado temor de Deus que acompanhou a divina execução de Ananias e Safira trouxe uma fé renovada no poder de Deus e uma conseqüente ampliação do ministério de cura dos apóstolos. Quando contemplada de conformidade com este modelo, a severidade de Deus é vista como expressão de sua misericórdia — uma misericórdia realmente se-vera.
Uma renovada união entre os membros do corpo de Cristo foi outro resultado notável. A unidade da igreja primitiva, que parece admirável para nós hoje somente por causa de sua ausência relativa em nossos dias, foi uma das características mais importantes da igreja no seu início. O pecado destrói a unidade; e a hipocrisia gritante se torna uma ferramenta de Satanás para atacar a solidariedade da igreja. Deus, porém, sabe como restaurar as devastações causadas pelo pecado. A sua disciplina severa trouxe temor acompanhado, sem dúvida, por confissão e pureza nos corações, os quais, por sua vez, resultaram em um novo senso de amor e de unidade. A condição fragmentada da igreja de Cristo hoje é um testemunho silencioso de nosso reduzido nível de temor a Deus.

Talvez o resultado mais admirável foi a relutância das pessoas em unirem-se à igreja, uma relutância que foi acompanhada por um respeito mais intenso na comunidade. Em nossos dias, unir-se à igreja freqüente-mente é mais fácil do que tornar- se membro de sociedades filantrópicas; e as pessoas aos milhares estão levianamente se tornando membros de igrejas, com o previsível resultado de que a igreja torna-se pouco respeitada. A igreja era altamente respeitada em dias quando pessoas que não possuíam a genuína experiência de conversão sentiram medo de unir-se a ela. Hoje, porém, quase todos podem se unir à igreja: esse é o motivo por que muitas igrejas não diferem do mundo. Não podemos encher nossas igrejas com pessoas não-convertidas e, ao mesmo tempo, ganhar o respeito do mundo. Quando a igreja se torna mundana e o mundo se torna igrejeiro, a igreja perde tanto o respeito quanto o poder de Deus. Está na hora de as igrejas seguirem o exemplo apresentado em Atos 5, o exemplo de disciplinar membros que estão vi- vendo em pecado público, e o exemplo de comportar-se de tal maneira que as pessoas de pretensões carnais temerão unir-se a ela. O moderno movimento de crescimento de igrejas nos ensina que estas devem se tornar mais atraentes às pessoas do mundo e reestruturar sua adoração, de modo que todos sintam-se confortáveis. A Bíblia nos ensina a nos tornarmos menos semelhantes ao mundo, para que tenhamos a aprovação e o poder de Cristo.
É interessante que o resultado final foi um aumento nas conversões e crescimento. As próprias coisas que alguns afirmam serem impedimento ao crescimento, na realidade aceleraram o crescimento. Uma vez mais, o caminho de Deus se re-velou ser oposto ao caminho do homem. Temos de resolver em quem cremos: nos “experts” que mascateiam a sabedoria do mundo, ou na Bíblia, que é a sabedoria de Deus. Qual é a grande diferença entre aquela época e a nossa? Ora, estamos fazendo a igreja se tornar tão popular quanto possível, resultando na ausência de temor a Deus.

Naquela época, Deus se revelou como um poderoso Juiz que não tolera qualquer desrespeito pecaminoso; e isso resultou em grandes bênçãos para os crentes e para os incrédulos, ao mesmo tempo. Que tipo de abordagem você imagina que mais provavelmente produzirá resultados duradouros hoje?

Fonte: Site da Editora Fiel